Agricultura avança no planejamento da Alimentação Escolar 2019

Reunião validou com produtores locais volumes de alimentos a serem produzidos e entregues semanalmente. Terceira etapa será de planejamento do plantio

11 de julho de 2018
Além dos profissionais da Agricultura, representantes da cooperativa Cooperiopreto e técnicos da Divisão de Gestão da Merenda Escolar da Secretaria de Educação participaram da reunião Foto: Marcella Moreira

A Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento de Rio Preto promoveu na semana passada (5/7) a segunda reunião de planejamento da Alimentação Escolar para 2019.

Além dos profissionais da pasta, representantes da cooperativa Cooperiopreto e técnicos da Divisão de Gestão da Merenda Escolar da Secretaria de Educação participaram da reunião.

“Tivemos uma primeira reunião no dia 18 de junho e de lá pra cá o departamento de Alimentação Escolar fez todo o levantamento em relação à demanda. Cruzamos dados de consumo por aluno, total de alunos. Desse processo, pudemos extrair os números de produção necessária para suprir o próximo ano”, explica o secretário de Agricultura, Antônio Pedro Pezzuto Jr. Validados os volumes de alimentos previstos para serem produzidos e entregues semanalmente junto aos produtores, segue-se para a terceira etapa de planejamento de plantio.

“O que cada produtor vai produzir, em que período e quando as entregas acontecerão. Isso vai ser feito, individualmente, produtor a produtor, com planejamento dos técnicos da secretaria e assistência técnica de agrônomo da própria cooperativa”, continua.

O planejamento do abastecimento na rede municipal de ensino será seguido pela organização no bosque municipal e no corpo de bombeiros. “Optamos por começar o planejamento pela Alimentação Escolar, pois é onde o volume de produção é maior. A partir dele, será questão de ajustar os volumes à necessidade dos demais equipamentos públicos”, avalia.

“Já na primeira reunião a gente saiu com informações sobre as produções por safra, levando em consideração, inclusive, as peculiaridades da nossa região, como solo e clima. Com isso, programamos a necessidade de produção de legumes e hortifrútis e elaboramos os cardápios”, conta a chefe de nutrição escolar, Lorrayne Samira Daher.

A articulação direta entre pequenos produtores e a gerência de nutrição escolar deve garantir ainda mais qualidade aos alimentos que chegam aos alunos da rede pública municipal.

“Os produtos frescos, próprios da safra, que chegam mais facilmente para preparo, com certeza agregam mais valor às refeições servidas nas creches e escolas municipais”, avalia.

A Alimentação Escolar e o Apoio ao Produtor são duas das frentes de atuação do Programa Alimenta Rio Preto, política municipal de segurança alimentar e nutricional em implantação desde abril deste ano.

Marcella Moreira